A Prefeitura de São Paulo renovou para até o final deste ano a autorização para circulação de táxis nos corredores de ônibus da capital desde que os veículos estejam transportando passageiros. A circulação de veículos de passeio durante madrugadas, fins de semana e feriados, também foi prorrogada.
Para usufruir do direito, táxis não podem possuir película de escurecimento nos vidros, pois, de acordo com a prefeitura, ela dificultaria a visualização do interior do carro pela fiscalização.
Os corredores de ônibus liberados para o tráfego são: Pirituba/Lapa/Centro; Inajar/Rio Branco/Centro; Campo Limpo/Rebouças/Centro; Santo Amaro/Nove de Julho/Centro; Jardim Ângela/Guarapiranga/Santo Amaro; Capelinha/Ibirapuera/Centro; Parelheiros/Rio Bonito/Santo Amaro; Itapecerica/João Dias/Centro; e Paes de Barros.
Entre os veículos de passeio, a medida vale para todos os dias das 23 às 4 horas, nos fins de semana, das 15 horas do sábado às 4 horas da segunda-feira, e nos feriados, da 0 hora às 4 horas do dia seguinte.
• Corrente de tração alternada no Trolebus permite uso de eixos e componentes nacionais mais baratos
• Um veículo está em teste no corredor que liga a zona Sul de São Paulo à zona Leste pelo ABC Paulista
Uma das grandes desculpas dadas por órgãos públicos e empresas para não adotar os trolebus, ônibus elétricos com emissão zero de poluentes, é o alto preço do veículo, que pode custar até 4 vezes mais que um ônibus convencional. Mas esta justificativa está com os dias contados. A Empresa Eletra (companhia nacional especializada em fabricação de ônibus com tecnologia limpa) conseguiu converter um trolebus antigo com corrente contínua, que necessitava de eixo de tração importado, em um veículo abastecido por corrente alternada.A diferença entre as duas formas de alimentação elétrica é muito técnica, mas na prática, a transformação pode significar um grande avanço no setor, principalmente em relação ao barateamento do veículo e ao desempenho.
O administrador de Contratos da Eletra, José Antônio do Nascimento, explica que o motor do trolebus de corrente contínua é feito quase artesanalmente, enquanto, com a tecnologia de corrente alternada, o motor pode ser feito em série. “Praticamente, usamos os mesmos conceitos de fabricação do motor a Diesel convencional, mas com a alimentação elétrica. Além disso, o eixo de tração, responsável por movimentar o veículo com a força fornecida pelo motor, pode ser o eixo de qualquer ônibus articulado nacional. Para o trolebus de corrente contínua, o eixo tinha de ser importado. Isso resulta no barateamento não só da aquisição dos trolebus, mas também da manutenção. Sem dúvida, é um avanço no setor, que estávamos estudando já há algum tempo”.
O site flagrou neste domingo, dia 27 de setembro, na Parada Paraíso, no Bairro Paraíso, em Santo André, o carro prefixo 7301 da Metra, empresa que faz a ligação entre São Matheus, na zona Leste da Capital Paulista, e Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, pelos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema, no ABC Paulista.O Busscar Urbanuss Pluss Mercedes Benz foi um dos primeiros veículos fabricados pela Eletra, ainda na época da corrente contínua. O ônibus elétrico foi transformado para corrente alternada.
Outro avanço para os trolebus, segundo José Antônio do Nascimento. “Além da produção de trolebus com o sistema de alimentação de corrente alternada, a transformação dos trolebus mais antigos para este sistema é mais um avanço, pois significa que não dá para baratear somente os custos de manutenção de veículos novos, mas, a longo prazo, dos veículos que já estão rodando. Isso significa que a empresa que mantém este trolebus não vai perder dinheiro com ele, já que é possível transformá-lo” conta José Antônio do Nascimento.A transformação em vários casos pode ser interessante, pois o trolebus tem uma vida útil no mínimo duas vezes maior que do ônibus convencional.
Sendo assim, a empresa pode manter um carro por mais tempo e agora com manutenção menos cara. Mesmo com a corrente alternada, os custos dos trolebus ainda são maiores que dos ônibus a Diesel, mas com a inovação, a relação destes custos com os benefícios da vida útil maior, mais conforto para motoristas e passageiros e emissão de poluição zero torna-se vantajosa.Outro veículo, o prefixo 1900 da Viação Himalaia, que serve o Consórcio 4 Leste, de linha municipal da Capital Paulista, conta também com a tecnologia. “Até o momento, o trolebus com tração modificada, que roda pelo corredor da Metra (o que foi flagrado), não apresentou nenhum problema. O funcionamento está muito bom” – complementa José Antônio do Nascimento.
Diferentemente dos outros veículos da Metra, que são pintados nas cores cinza e branco, com o desenho no padrão da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – o trolebus 7301 está nas cores verde e branco, que deve se tornar padrão para veículos elétricos e híbridos no corredor, que conta também com veículos diesel.O Trolebus ostenta sobre as janelas laterais a frase: “Veículo 100% Elétrico – Poluição Zero”. No corredor, já há um outro veículo com corrente alternada, o Caio Millennium Mercedes Benz 7400, mas este já foi fabricado com a tecnologia. O veículo flagrado foi transformado e, como o administrador da Eletra disse, a transformação pode ser uma opção para poder público e empresa.
José Antônio do Nascimento lembra que por mais limpo que seja atualmente o diesel, o biodiesel, o sistema elétrico híbrido, na questão de preservação do meio ambiente, ainda nada se compara ao velho trolebus ou ao ônibus que funciona a hidrogênio, que ainda precisa ser desenvolvido e barateado. “Os ganhos não só das empresas, mas da sociedade, com veículos que não agridem o meio ambiente, não produzem barulho excessivo e que oferecem conforto a quem o usa e para quem está do lado dele já justificaram maior atenção aos trolebus.
Com métodos de alimentação, fabricação e manutenção mais baratos, a questão dos veículos elétricos voltarem a compor o cenário urbano deve ser pensada com mais carinho ainda” A indústria está fazendo a parte dela. Mas é certo que os trolebus exigem, para funcionar plenamente, investimentos em redes aéreas melhores e em vias, segregadas ou não, com melhores condições, para evitar as quedas de pantógrafos (as alavancas que ligam os veículos aos fios). Mas especialistas em transportes e meio ambiente garantem que estes investimentos acabam sendo bem mais baixos que pos custos causados pelo stress do trânsito, pelo barulho e poluição do ar.
Texto e fotos: Adamo Bazani, busólogo que adora a história dos transportes, mas que sabe que o setor nunca pode perder o foco das inovações.
Após passar por uma vistoria na tarde desta segunda-feira (28), a Viação Oeste Ocidental, da Zona Oeste do Rio, terá sua licença cassada pela Prefeitura. Além dela, as empresas Oriental e Feital também serão proibidas de circular por mau atendimento à população.
Segundo a Secretaria municipal de Transportes, um edital de licitação será publicado em 30 dias para escolher quem vai operar as 47 linhas deixadas pelas empresas. Por ordem da Justiça, nesta segunda, ônibus da Ocidental foram operadas provisoriamente por outras empresas de transporte.
Ainda de acordo com a Secretaria, as três empresas que estão perdendo as linhas foram notificadas no início do ano para que melhorassem as condições de suas frotas. Mas, até agora, os fiscais não perceberam mudanças significativas na operação.
No início de setembro, quatro pessoas morreram em um acidente na Avenida Brasil com um ônibus da linha 397, da Viação Ocidental. O veículo estava em péssimo estado de conservação e os pneus carecas.
O RioÔnibus informou que ainda não foi notificado da decisão.
Ônibus são vistoriados
Durante a manhã desta segunda, representantes do Sindicato dos Rodoviários verificaram se os ônibus tinham passado por reparos. Eles atestaram que os veículos estão sem condições de circulação.
A empresa se comprometeu a fazer consertos na frota durante o fim de semana para tentar que a Justiça libere a circulação de parte dos veículos.
Numa audiência realizada na semana passada e que durou mais de três horas, a Viação Ocidental informou que, dos 180 ônibus que possui, 44 estariam com a documentação em dia e em condições de circular com segurança.
O Ministério Público disse que vai avaliar a documentação e, se ficarem comprovados os consertos, poderá pedir a liberação dos ônibus.
Os ônibus da Viação Oeste Ocidental, da Zona Oeste do Rio, passaram por uma vistoria nesta segunda-feira (28). A empresa se comprometeu a fazer consertos na frota durante o fim de semana para tentar que a Justiça libere a circulação de parte dos veículos.
A garagem da empresa não está mais lacrada, mas os veículos continuam proibidos de circular. Durante a manhã, representantes do Sindicato dos Rodoviários verificaram se os ônibus tinham passado por reparos.
44 ônibus em condições de circular
Numa audiência realizada na semana passada e que durou mais de três horas, a Viação Ocidental informou que, dos 180 ônibus que possui, 44 estariam com a documentação em dia e em condições de circular com segurança.
A Justiça determinou uma vistoria na frota. O Ministério Público disse que vai avaliar a documentação e, se ficarem comprovados os consertos, poderá pedir a liberação dos ônibus. O Sindicato acredita que, ainda nesta segunda-feira, poderá concluir a vistoria nos 44 ônibus.
Também nesta segunda-feira (28), a juíza Márcia de Carvalho deve ter novo encontro com representantes da Viação Oeste Ocidental. Ela vai analisar o resultado da inspeção e, dependendo do que for apresentado, alguns ônibus poderão voltar a circular na terça-feira (29).
Ônibus de outras seis empresas estão cumprindo o trajeto das linhas da Ocidental.
A Polícia Rodoviária Federal - PRF - apreendeu no final da madrugada deste domingo (27) cerca de 35 quilos de maconha em um ônibus da empresa Gontijo, que vinha de Pernambuco para o Piauí. A droga foi descoberta em uma operação de rotina por volta de 4h30min da manhã, no posto da BR-316, zona sul de Teresina.
O inspetor Tony Carlos informou que a droga estava guardada em uma mala grande no bagageiro externo do ônibus, que fazia a linha Petrolina/PE - Teresina. Foram achados 31 tabletes de maconha.
A PRF ainda tentou localizar o passageiro responsável pela bagagem, mas não havia ninguém com o bilhete correspondente à mesma. Os inspetores decidiram levar o caso para a Delegacia de Repreensão a Entorpecentes, que guardou a maconha e a lista com os nomes de todos os ocupantes do veículo, para posterior investigação.
A Prefeitura Municipal de Americana (SP) anunciou oficialmente que a VCA (Viação Cidade de Americana) foi vendida para a Amparo Viação Turismo. A VCA, através do protocolo 45.012/2009 comunicou a transferência do controle da empresa para o casal Valdir Mansur Teixeira e Maria Cristina Mansur Teixeira, proprietários da Amparo Viação. Os rumores sobre a venda da VCA rondam Americana há meses, porém nenhum lado confirmava a informação. O prefeito de Americana, Diego de Nadai, aprovou a venda e disse que, com o fim do impasse da venda, o projeto de implantação do bilhete único na cidade poderá ser agilizado, uma vez que a outra operadora da cidade, a Viação Princesa Tecelã (VPT), já até teria conversado com os novos donos da VCA e fechado que irá administrar e implantar o sistema eletrônico na cidade. Na antiga administração da empresa recém-vendida, havia uma disputa sobre quem iria implantar e gerenciar o sistema na cidade. Há também uma antiga disputa sobre a comercialização de passes e operação de linhas entre a VCA e a VPT, disputa essa que não deverá mais acontecer com a venda da primeira empresa.
Apesar da confirmação da Prefeitura da cidade e até da Viação Princesa Tecelã, o diretor da VCA, Jefferson Elias nega a venda da empresa e informa que só fez o protocolo na prefeitura para uma possível futura venda, informando desde então como seria a transferência do controle acionário da viação. Em fevereiro, o blog “Novo Momento” já havia adiantado que a VCA estava à venda por R$ 60 milhões.
A VCA surgiu no início desta década depois de uma disputa entre sócios da AVA (Auto Viação Americana), empresa que operava o sistema municipal na cidade de Americana, além de deter linhas rodoviárias, operar fretamento e turismo e linhas metropolitanas na região de Campinas. Depois de um acordo, um dos sócios, Jefferson Elias, ficou com as operações urbanas de Americana e a rede de fretamento e turismo. Com essa parte, criou a Viação Cidade de Americana, e a AVA continuou com as demais linhas que opera até hoje.
Texto: Portal InterBuss (com informações do Jornal TodoDia, Rádio Notícia e Blog Novo Momento)
O princípio de incêndio que interrompeu a circulação de trens do Metrô na Estação Sé na manhã desta quarta-feira (23) fez com que pontos de ônibus ficassem lotados próximo à Estação Santana, na Zona Norte de São Paulo. A circulação ficou parada entre 6h37 e 6h50, causando reflexos em toda a malha.
Por causa do princípio de incêndio, houve uma grande quantidade de fumaça na estação. O problema aconteceu no sentido Jabaquara da Linha 1- Azul. Passageiros saíram dos trens e chegaram a andar pelas linhas do trem na Estação Armênia para seguir a pé ou de ônibus para o trabalho.
Por volta das 8h, os trens já estavam circulando, mas mais lentos do que o normal. Com isso, foi gerado um acúmulo de passageiros nas estações.
Os usuários que estavam no vagão afetado foram retirados, e a composição foi levada para o pátio de manutenção. O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar o fogo, e informou que ninguém ficou ferido.
A assessoria de imprensa do Metrô informou por volta das 7h40 que a situação já estava se normalizando na rede. Entretanto, às 8h10, os passageiros ainda enfrentavam problemas.
Por causa da interrupção e da diminuição da velocidade das composições, os ônibus que fazem a integração com o Metrô não estavam parando nas estações por volta das 8h15, e seguiam direto para o Centro da cidade.